



Pouco mais de cinco anos após entrar em vigor, a Lei Maria da Penha (11.340/06) já é responsável por avanços no combate à violência contra a mulher. Em visitas a estados brasileiros, parlamentares participantes do projeto Mutirão da Penha,
Entidades que defendem os direitos das mulheres no Piauí estão se mobilizando, em parceria com os movimentos sociais de negros, estudantes, LGBTs e parlamentares, para promover uma grande caminhada no dia 9 de dezembro em Teresina.
O Conselho Municipal dos Direitos da mulher juntamente com a Prefeitura de Parnaíba, através da Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania (Sedesc), realizará a 1ª Conferência Municipal de Políticas para mulheres.
Com cinco anos de existência, a Lei Maria da Penha ainda enfrenta resistências em alguns setores conservadores e machistas da sociedade. A Lei, considerada uma das três melhores do mundo pela ONU
Amanhã (8) é o Dia Internacional da Mulher e, para a ministra da Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres, Iriny Lopes, há avanços para se comemorar, mas, também, muita preocupação com a consolidação dos direitos alcançados.
Quase 28 anos depois do crime cometido contra sua esposa, Maria da Penha - a brasileira que deu nome à lei que combate a violência contra a mulher no País - o economista colombiano Marco Antonio Heredia Viveros quebra o silêncio e diz:
Na manhã desta quinta-feira (18), o Conselho da Mulher de Parnaíba instalou-se em definitivo no prédio do Juizado Especial Maria da Penha, localizado na Av. Presidente Vargas, nº 479 onde passa a exercer suas atividades.
A mulher que sofre violência doméstica e comparece à delegacia para denunciar o agressor já está manifestando o desejo de que ele seja punido, razão por que não há necessidade de uma representação formal para a abertura de processo com base na Lei Maria da Penha (Lei n. 11.340/2006).
A Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180) registrou mais de 343 mil chamadas de janeiro a junho deste ano. O número é 112% acima do registrado no mesmo período do ano passado (161 mil casos).
Nos cinco primeiros meses deste ano, quase dobrou o número de vítimas de agressões registradas na Central de Atendimento à Mulher. E, de acordo com os dados, mais de 70% delas ainda vivem com o agressor e 15,6% dos filhos também são agredidos.
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