

Em Parnaíba, homens como Constantino Correia, Ademar Neves e Mirócles Véras construíam, na primeira metade do século XX, uma cidade bela e progressista.
“A arquitetura eterniza e glorifica alguma coisa. Por isso não pode haver arquitetura onde não há nada a glorificar.”
Ludwig Wittgenstein
filósofo austríaco (1889-1951).
Parnaíba há muito se veste como cidade turística. Hoje tem o seu centro histórico como patrimônio do povo brasileiro,
No século XVIII, dando prosseguimento a política de centralização administrativa portuguesa em terras de sua colônia americana, os reis de Portugal, dom João V e depois dom José I, criaram e instalaram capitanias, cidades e vilas,
Em expedição à Ilha Grande de Santa Isabel, no último dia 5, estiveram no sítio arqueológico da Dona Dadá, em pleno centro geográfico da maior ilha do Delta do Rio Parnaíba: Danilton Nóbrega, Samuel Lima, Francisco Izailo, Wesley Ripardo, Diderot Mavignier e Vhanya Silva.
Parnaíba, que completa 300 Anos no dia 11 de Junho de 2011, prepara-se para receber a restauração de um dos prédios que formavam a Casa Grande dos Dias da Silva. Com o empenho da prefeitura através do prefeito José Hamilton Furtado Castelo Branco,
Ovídio Saraiva de Carvalho e Silva nasceu na vila de São João da Parnahiba, na capitania de São José do Piauhy, no distante ano de 1787. Faleceu na vila de Piraí, no Rio de Janeiro, no dia 11 de janeiro de 1852.
No final do século XVIII, começaram a retornar da Europa, os estudantes brasileiros impregnados pelas idéias do iluminismo. Vindos principalmente das universidades de Coimbra, Portugal, e Montpelier, França,
Sempre esquecida pelos grandes autores e editoras nacionais, a História do Piauí terá o seu merecido destaque no próximo livro do jornalista Laurentino Gomes. O escritor lançará, em São Paulo, em setembro deste ano, o livro “1822”,
Desde os tempos mais remotos da humanidade, o homem procurou meios para evitar, ou curar doenças. Observando plantas e animais, começou a distinguir o que poderia ser utilizado como elemento medicinal.
Simplício Dias da Silva, irmão maçom usando o nome simbólico de Filósofo Pensador, em respeito ao trabalho dos iluministas franceses. Óleo sobre tela pertencente a Maria Helena Aquino de Seixas.
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