Almanaque da Parnaíba: enfim digitalizados

almanaque_225x300.jpg

Diderot Mavignier
Finalmente encontram-se digitalizados na Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro, os exemplares do Almanaque da Parnaíba.

Esse trabalho teve início quando Orfila Lima dos Santos e Sólima Genuína dos Santos, ambos filhos do fundador do anuário, Benedicto dos Santos Lima, o Bembém, fizeram a entrega da coleção impressa à Biblioteca Nacional. O Almanaque registra, desde 1924, as coisas da cidade, constituindo-se em manancial de pesquisas. Hoje, perenizado pela tecnologia é um presente valioso, quando a Parnaíba se aproxima do seu 3º Centenário, em 2011. As cópias digitalizadas foram gentilmente cedidas pelas professoras de História da Universidade Federal do Piauí, doutoras Áurea Pinheiro e Cássia Moura.

Capa da primeira edição do Almanaque da Parnaíba e o Bembém por J. Adonias.

O Almanaque da Parnaíba de 1930 e 1931, em campanha pelo Porto de Amarração, com capas desenhadas por J. Adonias.

Em 1933, o Almanaque da Parnaíba sonhava com a quebra do monopólio do Porto de Tutóia-MA, sobre as exportações dos produtos piauienses, com a construção do Porto de Amarração. O lutador encontra-se sob os arcos do Porto das Barcas. Pela genialidade de J. Adonias.

Capa do Almanaque da Parnaíba de 1933 mostrando o encontro da Imprensa com a sua enorme pena, e o Tempo com a sua foice implacável, parceria construtora da História. Belíssima capa desenha por J. Adonias.

O Almanaque de 1935 exibindo uma das primeiras fotos aéreas da bela Parnaíba.