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Rapidinhas

Alguém precisa lembrar ao vice-governador, Zé Filho, que a única cidade do Piauí onde há possibilidade de 2º turno é Teresina por ter mais de 200 mil eleitores, são 520.926. Na Cidade Verde, o vice disse que seu grupo pretende vencer aqui no 1º turno. No caso, Parnaíba tem apenas 92.975 eleitores.
A estiagem em Parnaíba, apesar de estranha neste período do ano, tem sido comemorada pelos moradores dos bairros Piauí e Do Carmo. Afinal nem a Prefeitura de Parnaíba começou as obras do piscinão, muito menos o Governo do Piauí mandou reconstruir o dique de proteção da Beira-Rio. Haja fé em Deus!!!

Dois Antônios


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Um é parnaibano, o outro lisboeta. Dois Antônios, um amor em comum – Piauí. Mais pontualmente, ambos nutrem um grande respeito pela
história da terra dos Tremembés,

Simplício Dias da Silva, Leonardo de Carvalho Castelo Branco, Ovídio Savaira da Carvalho e Silva, Bernardo Antônio Saraiva, Fernando Pires Ferreira, Renato Castelo Branco, dos vareiros de Assis Brasil, e de tantos outros, que, igualmente aos Antônios, engrandeceram e engrandecem a terra protegida pela Nossa Senhora Mãe da Divina Graça.

   O escritor Antônio Rodrigues Ribeiro. Ao lado, o parnaibano Amadeu Carvalho de Sousa (D), em visita a Lisboa, Portugal, fazendo entrega de livros de escritores parnaibanos ao professor Antônio Neto de Paula (E).

Antônio Rodrigues Ribeiro é autor do livro Parnaíba: presente do passado. Nesta obra, Ribeiro faz uma síntese histórica de Parnaíba, desde os promórdios, até os dias atuais. Publicado em 2003, no título o autor destaca que, a história de sua terra é um presente do passado para os parnaibanos. Portanto, sendo um presente do tempo, esta dádiva deve ser reconhecida e promovida como patrimônio, para a união e perpetuação do povo da Parnaíba. Como diz Ribeiro é uma viagem de “quase mil anos, de fatos observados de forma sucinta, é claro, mas que tornaram possível compreender paulatinamente o curso da história”. O escritor e artista plástico afirma que a história é uma ferramenta, então, vamos usá-la para construção de uma Parnaíba sempre melhor.
Antônio Neto de Paula, professor de história na Universidade de Lisboa, Portugal, escreveu A Carreira Marítima Parnaíba-Lisboa 1770/1793. O livro escrito em 1998, revela o período em que o português Domingos Dias da Silva, comerciante da vila de São João da Parnahiba, obteve concessão de Dona Maria I, rainha de Portugal, para viajar com seus navios, direto para a Metrópole, sem passar por entrepostos brasileiros, como a alfândega de São Luís, Maranhão. O livro traz informações da Câmara Municipal de Lisboa, com relação dos produtos levados da Capitania de São José do Piauhy, direto do Porto das Barcas, o que permite observar que, somente em um navio, eram levados o equivalente a quinze mil bois, transformados em couros. O livro traz ainda importantes cópias de documentos e gravuras da vila de São João. O professor e conferencista Neto de Paula recebeu a visita do parnaibano amante das artes, residente em Recife, Pernambuco, Amadeu Carvalho de Sousa, quando em viagem pela Europa, que gentilmente lhe ofertou livros de escritores parnaibanos.


Capas dos livros escritos pelos dois Antônios: Rodrigues Ribeiro e Neto de Paula.

 

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