
Com a morte de minha mãe, voltei a me lembrar de coisas que ela me contava, do tempo em que moramos no povoado Papagaio, que pouco depois se tornaria cidade, com o nome de Francinópolis.
Mais de quinze atrás, um corretor da Urbapi me ofereceu um jazigo no cemitério da Ressurreição. Querendo arredar de mim o medo de morrer, comprei logo um jazigo com três gavetas.
Fernando Pessoa, em versos, disse que após sua morte, se quisessem escrever sua biografia, não haveria nada mais simples, porquanto tinha apenas duas datas: a de sua nascença e a de sua morte.
Neste domingo, por volta de sete horas da manhã, seguimos eu e o Reginaldo Miranda, de carona em um automóvel dirigido por Márcio Freitas, com destino à encantadora Amarante.
De dois temas tratarei neste artigo: a construção em Amarante de um monumento ao mais ilustre poeta piauiense, Antonio Francisco da Costa e Silva, ou designando-o pelo nome que o consagrou nacionalmente, Da Costa e Silva (1885-1950)
Uma de minhas mais antigas lembranças é uma visão noturna de Campo Maior. Não sei se a conservo fiel, tal qual teria acontecido, ou se ela foi desfigurada pelo tempo, roída pelo esquecimento ou se acrescida por outras lembranças posteriores.
Contou-me um amigo, faz poucos dias, uma história digna de nota. Disse-me ele, homem de aproximadamente 65 anos de idade, que, em sua juventude, voltando sozinho de uma festa, viu um homem, com os braços cruzados sobre o tórax,
Estive na Várzea do Simão, neste sábado de Páscoa. Simão, avô de Fátima, minha mulher, foi o antigo proprietário dessa localidade, situada à margem direita do Velho Monge do poema dacostiano.
Na reunião deste sábado da Academia Piauiense de Letras, inscrevi-me para falar, e tratei de dois assuntos da mais alta relevância para a nossa literatura.
No período em que fiz o curso de Monitor Postal no Recife, fiquei hospedado numa pensão, que ficava há poucos quarteirões do Centro de Treinamento Correio Paulo Bregaro, por recomendação de meu pai, que fizera no ano anterior o curso de Técnico Postal,
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