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Rapidinhas

É no mínimo estranho que uma empresa de segurança dê a supervisão de suas ações a alguém com largo currículo assinado pela Polícia Federal acusando-o de dois assassinatos, duas tentativas de morte e ter realizado um atentado a uma empresa de turismo parnaibana, além do envolvimento com o tráfico.
Os leitores do Proparnaiba lembram que a via de acesso à Lagoa do Portinho continua intrafegável, no começo de dezembro o vice-governador Zé Filho informou que estava tentando antecipar para antes do réveillon a vinda da empresa executora da obra. Estamos em fevereiro e nem sinal homens trabalhando.

Conquistando o inimigo


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Acabei de ler e recomendo. O livro é o relato de um dos mais belos exemplos de vida e determinação. Condenado a prisão perpétua, Mandela decidiu conquistar o inimigo a partir dos carcereiros do presídio em que se encontrava.

Ano após ano, Mandela foi atraindo seus adversários para o presídio e negociando a união entre brancos e negros. Após 27 anos, conquista sua liberdade e é eleito presidente da África do Sul. A Copa do Mundo de Rúgbi de 1995 foi o maior investimento de Mandela para unir brancos e negros.

SINOPSE

"Não falem para as mentes deles. Falem para seus corações." - Nelson Mandela

Se você é como a maioria das pessoas, sabe que Nelson Mandela passou 27 anos preso e foi o líder da luta conta o apartheid na África do Sul. Sabe também que ele ganhou o Prêmio Nobel da Paz e chegou à presidência nas primeiras eleições livres de seu país. Mas não deve saber nada sobre a Copa do Mundo de Rúgbi de 1995.

Em Conquistando o inimigo, o jornalista John Carlin narra aquela que talvez seja a passagem política mais bem-sucedida de nossa geração. Parafraseando Garibaldi após a unificação da Itália, as eleições de 1994 tinham criado uma nova África do Sul, mas restava o desafio de criar os sul-africanos. Em busca de uma causa capaz de unir brancos e negros, Mandela concordou em sediar a Copa do Mundo de Rúgbi.

A escolha desse esporte parecia absurda. Por décadas, o rúgbi fora um símbolo do apartheid. Dessa forma, mais improvável que ganhar a Copa era o Springboks - o time nacional - conquistar o coração dos negros.

Mandela precisava que o povo acreditasse no slogan "um time, um país". Ele teve de fazer os negros verem os jogadores como "nossos rapazes" e assegurar aos brancos que eles tinham um lugar de direito na nova nação. Para isso, mostrou-se um líder carismático e flexível, capaz de conter seus aliados e seduzir seus adversários.

O que aconteceu no estádio no dia da final foi uma grande glória: perdão, libertação e celebração. O tipo de coisa que acontece quando pessoas que conheciam apenas o ódio e o medo se libertam do fardo da história e superam suas diferenças. Se ganhou a Copa do Mundo? O que a África do Sul consquistou naquele dia foi muito mais que isso.

Em Parnaíba, o livro pode ser encontrado na Livraria Harmonia, na Praça da Graça e no Ideal Center.

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