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Rapidinhas

É no mínimo estranho que uma empresa de segurança dê a supervisão de suas ações a alguém com largo currículo assinado pela Polícia Federal acusando-o de dois assassinatos, duas tentativas de morte e ter realizado um atentado a uma empresa de turismo parnaibana, além do envolvimento com o tráfico.
Os leitores do Proparnaiba lembram que a via de acesso à Lagoa do Portinho continua intrafegável, no começo de dezembro o vice-governador Zé Filho informou que estava tentando antecipar para antes do réveillon a vinda da empresa executora da obra. Estamos em fevereiro e nem sinal homens trabalhando.

Nazareno Tourinho x Padre Quevedo


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Sabemos que a crença na imortalidade da alma e a comunicabilidade dos espíritos com o mundo material está em quase todas as religiões, inclusive em parte dos clérigos da Igreja Católica, conforme o Livro “PADRE QUEVEDO DE ACUSADOR ANTI-ESPÍRITA A CULPADO”, de Nazareno Tourinho, onde o autor cita uma das publicações do Pe. Quevedo, que tem como título a indagação “OS MORTOS INTERFEREM NO MUNDO?”
Nazareno Tourinho diz: “Vamos responder à indagação ‘quevediana’ através de fatos que figuram nos anais da Ciência Psíquica, de uma forma exuberante... cederemos a palavra a outro sacerdote da Igreja Romana, o padre François Charles Antoine Brune, clérigo de reconhecido saber, pois em seu ‘curriculum vitae’ consta o que segue:
“Bacharelado em Latim, Grego e Filosofia. Cursou seis anos de ‘Grand Seminaire’, sendo cinco no Instituto Católico de Paris e um na Universidade de Sorbone. Estudou as línguas assírio-babilônico, hebreu e hierógrafos egípcios. Foi licenciado em Teologia no Instituto Católico de Paris. É este insigne padre, François Brune, que responde por nós à pergunta do jesuíta Quevedo: ‘OS MORTOS INTERFEREM NO MUNDO?’
“E responde com um livro que tem este título: ‘OS MORTOS FALAM’. A referida obra, traduzida do Francês e publicada Pela Editora Edicel, traz na primeira orelha esta informação do autor:”
“Escrevi este livro para tentar derrubar o espesso muro de silêncio, de incompreensão, de ostracismo, erigido pela maior parte dos meios intelectuais do ocidente. Para eles, dissertar sobre a eternidade é intolerável; dizer que se pode entrar em comunicação com ela é considerado insuportável.
“Tomem este livro como itinerário. Abandonem tanto quanto possível, suas idéias preconcebidas. Não tenham medo se este livro não os transformar, logo se aperceberão. Em todo caso, leiam esta obra como a história de uma descoberta fabulosa e verdadeira.
“Progressivamente então, surgirão essas verdades essenciais que se tornarão, assim eu lhes desejo, a matéria de suas vidas. A morte é apenas uma passagem. Nossa vida continua, sem qualquer interrupção, até o fim dos tempos. Levaremos conosco para o além nossa personalidade, nossas lembranças, nosso caráter.
“O após vida existe e nós podemos nos comunicar com aqueles que chamamos de mortos”

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