redacao@proparnaiba.com
See video

Rapidinhas

A suposta venda da Ilha do Caju para Eike Batista novamente é assunto na imprensa, dessa vez quem levantou a questão foi o jornalista Pedro Alcântara da Antena 10 e 180 Graus. O Proparnaiba fará contato com os proprietários para confirmar se a informação procede, como fizemos no começo de janeiro.
A edição deste mês da Revista Cidade Verde, nas bancas em todo o Piauí no próximo dia 13, terá matéria sobre os números do Projeto Tartarugas do Delta em 2011. Na publicação será apresentado o número de filhotes que nasceram, encalhes vivos e mortos, além de estatístisticas de Educação Ambiental.

Parnaíba, a história de nossa Inez de Castro.


Publicidade

TC3BAmulo_de_D._InC3AAs_de_Castro1.jpg

Ao que parece, mais uma vez estamos sendo enganados pelos políticos. Para ser o mais realista possível, estamos caminhando para este vexame de quatro em quatro anos, quando se realizam as eleições.

Ninguém de senso e juízo perfeitos consegue acreditar porque o brasileiro é considerado o povo mais idiota que existe quando se trata de política e de influir no seu destino como cidadão.

Estamos nos aproximando de um período extremamente delicado, aquele que antecede a escolha de candidatos a cargos eletivos. Eles estão começando a aparecer de todas as formas e sob os mais variados pretextos. A situação de Parnaíba, esta cidade que desigual a Inez de Castro, antes de morta foi rainha, está se repetindo. Os candidatos são os mesmos, as promessas são as mesmas e pelo que se espera, o futuro será o mesmo, nada de novo.

Parnaíba é uma cidade difícil de ser entendida. Teve todos ou quase todos os equipamentos políticos para se desenvolver durante décadas e deixou passar. Lembra uma, aliás outra máxima, que diz mais ou menos assim: aquele sujeito que se conforma com certas situações na vida é igual a quem está num ponto de ônibus e nenhum deles pára. Ah, o que passou, passou!

Parnaíba é uma cidade onde povo e governo nunca se entenderam. Nunca falaram a mesma língua e muito menos nunca apareceu alguém para noutra situação servir de intérprete. O povo parnaibano é pacífico demais. Nunca ao que me parece se revoltou contra fosse lá o que fosse. É tipo do sujeito que, estão pisando no pé dele e ele, idiota e metido a elegante, está arreganhando os dentes, parecendo morto de feliz e realizado.

É até perda de tempo o sujeito ficar enumerando as coisas, as promessas e as situações mais absurdas pelas quais tem passado a população de Parnaíba. Tudo isto se deve ao que parece, a um complexo de superioridade em tudo e para tudo. A classe política parnaibana é a mesma há mais de cinqüenta anos. O que há de moderno na sua elite cultural, política e de lideranças?

Uma cidade que vive atormentada, mas silenciosa, sem rumo, sem expectativa de crescimento, minguando a cada dia que passa. Lembra aqueles mendigos que ficam em porta de igreja, estendendo a mão para quem entra e para quem sai, vivendo da caridade humana. Seria bom e bem mais interessante se o parnaibano aprendesse de uma vez por todas com outra máxima que diz: cachorro que não late é que morde!

Os comentários contidos aqui são de responsabilidade do seu criador e não refletem, de maneira nenhuma, a opinião dos autores desse site.
 

Todo e qualquer material postado na coluna é de inteira responsabilidade civil e penal do colunista.

www.proparnaiba.com - proparnaiba@proparnaiba.com

Dora Rodrigues - (86) 9402 4557 - 9479 5019

Francisco Brandão - (86) 9472 1197 - 9479 3825