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Rapidinhas

É no mínimo estranho que uma empresa de segurança dê a supervisão de suas ações a alguém com largo currículo assinado pela Polícia Federal acusando-o de dois assassinatos, duas tentativas de morte e ter realizado um atentado a uma empresa de turismo parnaibana, além do envolvimento com o tráfico.
Os leitores do Proparnaiba lembram que a via de acesso à Lagoa do Portinho continua intrafegável, no começo de dezembro o vice-governador Zé Filho informou que estava tentando antecipar para antes do réveillon a vinda da empresa executora da obra. Estamos em fevereiro e nem sinal homens trabalhando.

Tubarão velho de água doce.


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Daqui a três anos o time do Parnahyba comemora seu primeiro centenário. Ainda não ouvi de quem quer que seja, autoridades, instituições ou entidades ligadas ao esporte, mais especificamente do futebol no Piauí, se falar qualquer coisa que lembre um projeto de festa para este time

que é a marca registrada de uma cidade, inclusive lhe empresta o hino. O que nós ouvimos foram algumas entidades ligadas ao futebol em parceria com a prefeitura tratando sobre uma pretensão de Parnaíba, a cidade, ser uma das subsedes da Copa do Mundo de 2014.

Mas o time do Parnahyba Sporte Clube, o Tubarão, o Camisa Azul Celeste de outros tempos e de tantas glórias, o time que durante muitos e muitos anos foi a “menina dos olhos” de “seu” Pedro Alelaf, esse, a sua grande torcida organizada e seus dirigentes atuais, anda esquecido, pelo menos quando se trata de sua história. A história é para ser somente lembrada de vez em quando. É isso o que acontece com o velho Tubarão.

Pedro Alelaf dedicou parte de sua vida e de seu tempo a cuidar de seu filho natural, aquele filho que gostaria fosse igual aos outros, os legítimos, os de sangue, carne e osso. Como não poderia levar tudo o que aquele filho andou colecionando pelas conquistas, abriu em cima da loja, um quartinho e ali foi guardando um troféu, uma fotografia, uma medalha, uma página de jornal, uma lembrança mais adiante. A esse material deu o nome de Memorial Pedro Alelaf.

Morto “seu” Pedro, o memorial ficou fechado e seus filhos legítimos doaram todo o acervo para a Secretaria da Cultura que em parceria com a Federação do Comércio guardaram tudo numa das salas do Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Parnaíba, na rua Duque de Caxias. São fotos, troféus, condecorações, cartas, álbuns, fichas de atletas e outros tantos documentos dignos de serem vistos. Pelo estado em que se encontram esses objetos merecem de mais cuidados.

Não apenas isto. Precisam ser reverenciados como peças históricas de um time que daqui a quatro anos deve comemorar um século. Poucos times de futebol, passando por bons e maus momentos atravessaram esta façanha. O Parnahyba vai chegar ao seu primeiro século depois de ter atravessado altos e baixos, passado por bons e maus momentos. Sua torcida precisa conhecer o que foi feito para que os dias atuais daqui a dez anos não sejam esquecidos.  

 

Foto: Arquivo Google

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