



A coluna Na Pressão neste texto abre a caixa-preta da Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Parnaíba para relatar o péssimo exemplo de jornalismo que tentou praticar este órgão contra a liberdade de imprensa.
Como ex-funcionário do Sistema Antares de Comunicação, tanto na TV Delta de Parnaíba como na TV Antares em Teresina, tendo feito parte de todas administrações da emissora, e conhecedor dos profissionais que fazem a TV Picos na região centro-sul do Estado,
Pela primeira vez em pouco mais de um ano da existência do Proparnaiba, chegamos à expressiva marca de mais de um milhão de páginas vistas em apenas um mês e antes mesmo deste chegar ao fim.
Chega a ser abusiva (de antipática mesmo) a propaganda governamental e eleitoral de Wilson Martins, bem como o discurso da oposição quanto ao "Porto do Piauí", na cidade luizcorreiense. Pois bem, estivemos lá e é preciso que se diga algumas verdades sobre o tema.
Essa é a pergunta que ronda as reuniões de bate papo na Parnaíba. O questionamento em alguns casos já virou até mote para piada, mas o caso é sério e digno de indignação.
É bom perceber que aqueles que nos julgaram como intolerante, “justiceiro”, irresponsável, sensacionalista, pirotécnico, maldoso e infundado apesar do discurso de vitrine para não darem o braço a torcer.
A pergunta é pertinente e não quer calar, nos vários seguimentos sociais da cidade parnaibana o questionamento é o mesmo, desde julho do ano passado as notícias nos meio de comunicação locais dão conta que advogados e juízes estão cada vez mais na imprensa.
A corrida pelo voto fácil já teve início no litoral piauiense. Tem político comprando político (esse é o produto mais oferecido no mercantilismo da safadeza), presidente de associação de morador, professor, comunicador e até vigia de cemitério.
Observe este conto sem pé e com muitas cabeças: O que será que está por vir? Uma autoridade chama uma outra direto da cidade grande para contar “peripécias” de um colega emergente da profissão.
A Barragem Algodões I rompe e além do medo inicial pelas incertezas quanto ao número de vítimas, estava a amarga firmeza que aquilo era o marco de uma nódoa sem precedentes àquela região abastecida através da agricultura.
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