As operações realizadas pela Polícia Federal em Parnaíba, que mais tarde culminaram na peçonha com a prisão de quase trinta acusados por tráfico de drogas, foram bem sucedidas, porém os acusados facilmente foram postos em liberdade e outros estão bem perto de sair detrás das grades.
E a causa disso tudo é o excesso de prazo em que os acusados ficam presos e a justiça não toma as devidas providencias. A exemplo disso já estão soltos:
· Francisco das Chagas da Rocha Monteiro (preso por transportar uma televisão com quase 4 kg de cocaína em forma de craque a serviço de José de Araújo Miranda, o Cobra, acusado de chefiar o tráfico na região norte do estado).
· Maria da Conceição Vieira (presa com Francisco das Chagas da Rocha Monteiro).
· Francisco das Chagas Mota Junior. (preso em 2007 por envolvimento com o tráfico de drogas).
Conceição Maria de Oliveira foi presa em 2007 por envolvimento com tráfico de drogas. Após vencer o prazo sem a devida apreciação judicial do caso, foi solta voltando a ser presa agora pela operação peçonha. O mesmo se deu com Francisco Nascimento Lourenço e Antônio Erisvaldo de Souza presos pela polícia civil com drogas e arma. Neste ínterim outros acusados estão prestes a ser soltos. É o caso de:
· Givanildo das Chagas Batista (preso em flagrante com 4,5 kg de cocaína em sua residência).
· Valmir de Oliveira Bernardo e Kleber Caetano Domingues (presos em flagrante quando transportavam em um caminhão 15 kg de cocaína em forma de craque. A maior apreensão feita na região que veio de São Paulo para José Maria Cobra).
O juiz responsável por todos esses casos é o senhor José Ribamar Oliveira Silva da 2ª vara criminal da comarca de Parnaíba. Ao contrário da ação do Juiz, o Ministério Público tem desempenhado seu papel a contento e de acordo com os anseios da sociedade dando parecer contrário às solturas. O citado juiz assumiu a operação peçonha, mas como não estava dando conta, o caso foi transferido para DR. Bandeira da comarca de Luis Correia, que está procurando cumprir todos os prazos e fazer valer apena a ação policial nesse caso.