Rapidinhas

Disse ainda que o juiz não revela seu nome porque deve ser imparcial, mas sabe que o falastrão será um grande político. Tererê, em cima de seu carro de som, na praça da graça, disse que já um grande político e que poderá, em breve, ser governador, senador ou presidente. Alguém aí é contra?
O órgão que vive de impressora quebrada, agora não tem papel para emissão de documentos. Tem gente que há 15 dias pagou taxas para tirar a CNH e até gora não caiu no sistema, além de outros que, há dois meses, renovaram a carteira e ainda não receberam. Quem resolve?

Video de hoje

Charge

Parceiro

Jornal Eletrônico

Comentários recentes

Adeus, Munguba!



bar_recanto_da_saudade.jpg

Ao longe se ouvia “Naquela Mesa”, a voz inconfundível era a de Nelson Gonçalves. A música nem mesmo findara quando ao tempo de sua relutância contra o silêncio iniciara-se o rei Roberto Carlos (É preciso saber viver...). O ambiente era multifacetado,

localizado num trecho que entrecortava a paisagem morta da cidade à margem alagada do Igaraçu e à humildade das passarelas do bairro Mendonça Clarck. No proposto, bêbados, ali, baixavam suas cabeças ante um e outro copo, mulheres sorriam vadias aos queixumes de seus parceiros, e, em variações de transeuntes, aquele inesquecível ser, misto de seriedade e simpatia, dava ouvidos aos pedidos de seus clientes. “Recanto da Saudade” era o que se lia na rústica placa que descerrava uma viagem ao tempo, onde vitrola e “chiado” entoavam uma atmosfera especial àquele recinto, até, organizado: discos ordenados alfabeticamente, trechos de supostos poemas espalhados nas paredes em justaposição às mesas que recebiam de quaisquer lados as ondas sonoras de cada modinha ou canção brasileira; eram clássicos, clássicos os LP’s, diriam existir, inclusive, raridades – sem sombra de dúvida. Ao fundo, os clientes disputavam a atenção de Augusto, afinal de contas era por ordem de pedido que ele colocava a vitrola para tocar... Talvez o Recanto da Saudade, que num passado não tão longínquo tinha o batismo de Munguba e a ordem de um dos mais afamados cabarés de Parnaíba, não fosse um bar de destaque, mas aqueles que o visitavam variavam das mais diferentes classes sociais, lá, desconsideradas pelo respeitado proprietário que não fazia distinção... *Trecho retirado de uma crônica de Daniel Castelo Branco Ciarlini. Para vizualiza-la na integra, acesse: http://www.opiagui.com.br/2009/07/adeus-munguba/

 

Todo e qualquer material postado na coluna é de inteira responsabilidade civil e penal do colunista.

Comentários

Comentar

O conteúdo deste campo é privado não será exibido ao público.
CAPTCHA
Esta questão é para testar se você é um visitante humano e prevenir contra spams.
Image CAPTCHA
Enter the characters shown in the image.

www.proparnaiba.com.br - proparnaiba@proparnaiba.com.br