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Rapidinhas

A família da pequena Emmanuely Rodrigues Reis, de 2 anos de idade, agradece todos que voluntariamente atenderam ao pedido de doação de sangue tipo 'O-' para seu tratamento de leucemia. O Hemopi informou na noite de ontem (21) que as geladeiras estavam com seus estoques lotados deste tipo sanguíneo.
As 10 principais exportadoras até abril no Piauí são: Brasil Ceras, Pontes Indústria de Ceraqs, Cargill Agrícola, Eisa Empresa Interagrícola, Rodolfo Moraes e Cia, Multigrain, Foncepi Exportadora, Apis Nativa Agroindustrial, Anidro do Brasil e Curtume Cobrasil em Parnaíba e renderam R$ 71,6 milhões.

Piauí possui 2º maior índice de adulteração de gasolina do País



Imagem: arquivo Google

Os condutores de veículos do Piauí devem ficar atentos na hora de escolher os postos de combustível onde pretendem abastecer seus carros e motocicletas, caso não queiram adquirir um produto sem qualidade, que pode comprometer a vida útil do seu bem.

Levantamento divulgado pela Agência Nacional do Petróleo mostra que o Piauí ocupa a segunda colocação do ranking de adulteração da gasolina entre todos os Estados do País.

O boletim de monitoramento dos combustíveis líquidos automotivos referente ao último trimestre de 2011 aponta que o índice de não conformidade para gasolina no Piauí chegou a impressionantes 15,7%, ficando atrás apenas do observado no Mato Grosso, onde 17,4% das amostras coletadas não estavam regulares.

Além desses dois estados, outros quatro tiveram índices de não conformidade para gasolina acima da média observada para o Brasil no trimestre outubro-dezembro/2011, que ficou em 3,5%. Os demais Estados com percentuais preocupantes foram: Rio de Janeiro (13,8% de não conformidade), Maranhão (10,8% de não conformidade), Bahia (4,7% de não conformidade) e Pará (3,8%).

Segundo a ANP, a principal não conformidade observada na gasolina no último trimestre de 2011 foi relativa ao teor de etanol, abrangendo 48,7% das não conformidades. Enquanto que no etanol hidratado combustível a principal não conformidade foi em massa específica/teor alcoólico, correspondendo a 35,2% das não conformidades verificadas.

No caso do óleo diesel a principal não conformidade foi relativa ao aspecto do produto, correspondendo a 50,8% das não conformidades observadas para esse combustível.

O Piauí possui 713 postos revendedores sujeitos ao monitoramento, que é feito pela Universidade Federal do Piauí, por meio da Fadex (Fundação Cultural e de Fomento à Pesquisa, Ensino e Extensão).

No ano passado foram coletadas e analisadas 3.977 amostras de combustíveis só no Piauí.

Etanol

No estudo concluído no mês de dezembro o Piauí também apresentou um alto índice de não conformidade nas amostras de etanol.

A ANP verificou que 4,9% delas não atendiam aos padrões de qualidade. O percentual foi inferior apenas aos dos Estados do Mato Grosso (7,8%), Rio Grande do Norte (6%), Maranhão (5,7%) e Alagoas (5,5%).

Foram observados aumentos nos índices de não conformidade, em relação ao trimestre anterior, no Distrito Federal (de 0% para 1,4%), Amazonas (de 1,2% para 1,9%), Ceará (de 1,8% para 2,5%), Maranhão (de 3,7% para 5,7%), Minas Gerais (de 1,3% para 1,5%), Piauí (de 3,1% para 4,9%), Rio de Janeiro (de 1,9% para 2,5%), Rio Grande do Norte (de 4,6% para 6,0%) e São Paulo (de 1,6% para 1,7%).

Já os Estados que conseguiram reduzir os índices de não conformidade do etanol, em relação ao trimestre anterior, foram: Alagoas (de 6,0% para 5,5%), Bahia (de 2,3% para 1,4%), Goiás (de 2,0% para 0%), Mato Grosso (de 11,1% para 7,8%), Mato Grosso do Sul (de 0,9% para 0,4%), Pará (de 6,3% para 4,5%), Paraná (de 0,8% para 0,5%), Pernambuco (de 3,6% para 2,3%), Rio Grande do Sul (de 1,3% para 1,1%), Santa Catarina (de 2,1% para 1,2%) e Sergipe (de 2,6% para 1,3%).

Óleo diesel

Em relação ao óleo diesel, as seguintes unidades federativas apresentaram aumento nos índices de não conformidade em relação ao trimestre anterior: Alagoas (de 4,9% para 5,7%), Ceará (de 0,7% para 1,0%), Espírito Santo (de 0,7% para 1,1%), Minas Gerais (de 1,6% para 1,8%), Paraíba (de 0,4% para 2,0%), Rio Grande do Sul (de 1,6% para 1,7%) e Sergipe (de 2,7% para 3,3%).

Programa de Monitoramento da ANP

O Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) foi instituído pela ANP visando atender ao disposto no artigo 8º da Lei 9.478/1997, em particular o que trata da garantia de qualidade e do suprimento de combustíveis ao mercado nacional.

Coordenado pela Superintendência de Biocombustíveis e de Qualidade Produtos - SBQ desde 1998, abrangendo todo território nacional desde setembro de 2005, o PMQC foi regulamentado pela Resolução ANP n° 29, de 26 de setembro de 2006, e atualmente regido pela Resolução ANP n° 8, de 9 de fevereiro de 2011.

Os principais objetivos do PMQC são o levantamento dos indicadores gerais da qualidade dos combustíveis comercializados no País e a identificação de focos de não conformidade, visando orientar e aperfeiçoar a atuação da área de fiscalização da Agência. Além da Superintendência de Fiscalização do Abastecimento ? SFI, o programa também serve como gerador de subsídios para ações dos Ministérios Públicos, Procons e Secretarias de Fazenda que firmam convênios com a ANP. Promove, adicionalmente, a disseminação cultural quanto à qualidade dos combustíveis, proporciona o desenvolvimento tecnológico do setor de petróleo, gás natural e biocombustíveis, bem como a formação de mão?de?obra especializada.

O PMQC conta para sua execução com uma rede de instituições e centros de pesquisas. Nesse programa o universo de postos revendedores de cada estado é dividido em regiões com um número semelhante de postos revendedores. Os postos revendedores são selecionados com base em sorteios aleatórios realizados pela instituição contratada para efetuar a coleta e análise de amostras de gasolina, etanol e óleo diesel.

Fonte: Portalodia

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