A informação foi repassada pelo superintendente de Relações Internacionais do Governo do Estado, Sérgio Vilela, que analisou os resultados das visitas como muito importantes para o desenvolvimento do Estado.
No início desta semana, o Piauí recebeu a visita de investidores estrangeiros da Inglaterra interessados em desempenhar parcerias com o Governo do Estado no sentido de realizar algumas obras de infraestrutura no Piauí. Dentre as visitas, estava o do principal executivo do fundo de investimentos da Inglaterra, chamado Delamore.
Os investidores estrangeiros garantiram o financiamento de quatro centros de convenções no interior do Estado: Parnaíba, Picos Floriano e São Raimundo Nonato. O próximo passo é a Secretária Estadual de
Turismo, concluir os projetos para saber o valor total das obras. A estimativa é que custem R$ 30 ou 40 milhões. “Será por meio da mesma modalidade de financiamento: serão feitos e alugados ao governo. Mas eles querem participar da gestão desses Centros”, pontua Sérgio Vilela, acrescentando que esses investidores possuem ma empresa que atua no mundo inteiro com a realização de eventos e, a idéia é que eles ajudem o Estado a trazer para o Piauí eventos internacionais. (M.M)
A previsão é de que os investidores venham ainda este mês para tratar da construção de um resort em Parnaíba. “É um projeto que já existe, feito pelos espanhóis em Madri”, frisa Sérgio Vilela, destacando que o resort deverá ser construído com padrões internacionais. “Mas para isso, eles precisam de parceiros e os ingleses já demonstraram interesse. Agora, eles virão para o Piauí analisar esses projetos”, pontua, acrescentando que as datas ainda estão sendo confirmadas.
Ainda como resultado da vinda dos investidores estrangeiros, ficou acertado os investimentos para a realização de dois memorandos de entendimento: um que fará o Estudo de viabilidade econômica do porto de Luís Correia e o outro que fará o estudo de viabilidade dos quatro centros de convenções.
Segundo o superintendente, os ingleses têm interesse na concessão do porto e, para isso, é necessário possuir o estudo de viabilidade. “É importante porque não temos isso hoje e para privatizar o porto, tem que ter esse estudo se não o concessionário não sabe se é ou não viável”, justifica, acrescentando que a idéia é também privatizar os centros de convenções.
Fonte: Blog do José Wilson